Monday, April 03, 2006
O Perfume do Anjo
À tua porta, mas a porta já não é tua.
O teu cheiro desistiu de a perfumar, a soleira já não enquadra o teu sorriso de anjo.
Lá dentro só saudades envoltas em pó.
A tua cadeira.
Mas já a cor das tuas ancas não a arredonda.
Só a saudade se senta nela agora.
E a janela?
Nunca tinha reparado que era tão vazia e que só tu lhe davas luz.
Só resta esperar pelo pôr-do-sol.
O teu cheiro desistiu de a perfumar, a soleira já não enquadra o teu sorriso de anjo.
Lá dentro só saudades envoltas em pó.
A tua cadeira.
Mas já a cor das tuas ancas não a arredonda.
Só a saudade se senta nela agora.
E a janela?
Nunca tinha reparado que era tão vazia e que só tu lhe davas luz.
Só resta esperar pelo pôr-do-sol.
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Este escrito está chumbado de tristeza e resignação. O sol sempre nasce depois de se pôr. A noite é apenas uma fase passageira. Embora também o dia o seja...
Abraço.
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Abraço.
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