Wednesday, March 01, 2006
Então e o Arco-Íris, essa forma de chuva vinda do mundo das cores em que a água deixa de ser incolor e abandona a clandestinidade escondida?
Esconderam-se na imensidão cinzenta.
Misturaram-se como se fossem apenas outras entre muitas.
Nada nelas, no seu aspecto, na forma de vestir, nos sons que produziam permitia distingui-las, permitia adivinhar o seu projecto.
Foi quando viram a menina do vestido às cores a dançar no meio do prado.
Sem um sinal sequer entre elas lançaram-se no ar, voaram, deixaram-se cair em formação ordenada, em arco.
Nessa altura mostraram as cores que traziam escondidas, do violeta ao encarnado, mostraram-se como eram, fugiram do cinzento e atraíram o Sol.
E a menina parou de dançar e começou a voar com elas.
Misturaram-se como se fossem apenas outras entre muitas.
Nada nelas, no seu aspecto, na forma de vestir, nos sons que produziam permitia distingui-las, permitia adivinhar o seu projecto.
Foi quando viram a menina do vestido às cores a dançar no meio do prado.
Sem um sinal sequer entre elas lançaram-se no ar, voaram, deixaram-se cair em formação ordenada, em arco.
Nessa altura mostraram as cores que traziam escondidas, do violeta ao encarnado, mostraram-se como eram, fugiram do cinzento e atraíram o Sol.
E a menina parou de dançar e começou a voar com elas.
Comments:
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A Alice, o alter ego da Helena?
Alice que flutuava numa banheira de maravilhas?
Alice aquosa mergulhada em banheiras, em rios, em cálices de licor?
Alice que flutuava numa banheira de maravilhas?
Alice aquosa mergulhada em banheiras, em rios, em cálices de licor?
A menina tinha um vestido feito do material dos pára-quedas, o que lhe permitia ascender ao arco-íris e voltar sempre que lhe apetecesse...
A menina voava, era um pássaro.
Era um papagaio de papel solto por uma corda feita de fios de água entrançados em Rio e de todas as cores.
Dançava ao som das cores, do violeta valsante ao encarnado sambista.
Dançava o arco íris.
E tinha as cores todas dentro dela porque as comia ao pequeno almoço em malgas de flocos, com iogurte de sabor a morango.
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Era um papagaio de papel solto por uma corda feita de fios de água entrançados em Rio e de todas as cores.
Dançava ao som das cores, do violeta valsante ao encarnado sambista.
Dançava o arco íris.
E tinha as cores todas dentro dela porque as comia ao pequeno almoço em malgas de flocos, com iogurte de sabor a morango.
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