Friday, January 13, 2006
As Aventuras do Príncipe Achmed (versão não autorizada) Parte IV
PRÍNCIPE HAMAD OU EXTRACTO DE ROMÃ
Resumo do 4º episódio:
Piero safa-se do elevador e ainda ajuda o parto que estava à sua espera.
O relato completo pode ser encontrado no Blog da autora, Risoleta Pinto Pedro, http://www.risocordetejo.blogspot.com/
As Aventuras do Príncipe Achmed
(versão não autorizada)
Parte IV
Acompanhou a rapariga do tailleur cinzento até junto de uma passadeira rolante. A passadeira está no seu estado quieto, não rolante.
Na coluna que marca o seu início há uma ranhura para introduzir moedas onde a rapariga lhe sugere com um olhar que coloque uma moeda.
Teve de lhe mimar que não tinha. Trocara de roupa e não tinha dinheiro consigo. A rapariga entendeu os seus gestos como se já estivesse à espera que não tivesse dinheiro e tirou ela uma moeda de dentro da malinha de mão, introduziu-a na ranhura e pôs a passadeira a funcionar.
A passadeira a certa altura transformou-se num curso de água suave que começaram a navegar num barco que estava no fim para o efeito.
Seguiram entre as margens até encontrarem uma queda de água. Nessa altura deixaram-se deslizar por ela e foram ter a uma sala que Piero já conhecia.
Era a sala em que pela primeira vez encontrara o seu outro eu. A rapariga incendiou-se e saiu como uma pequena coluna de fumo tragada pelo exaustor.
O eu sentava-se agora em frente a uma secretária por debaixo da máscara africana.
Falou-lhe numa voz suave e numa língua desconhecida mas que desta vez entendeu perfeitamente.
A suivre
Resumo do 4º episódio:
Piero safa-se do elevador e ainda ajuda o parto que estava à sua espera.
O relato completo pode ser encontrado no Blog da autora, Risoleta Pinto Pedro, http://www.risocordetejo.blogspot.com/
As Aventuras do Príncipe Achmed
(versão não autorizada)
Parte IV
Acompanhou a rapariga do tailleur cinzento até junto de uma passadeira rolante. A passadeira está no seu estado quieto, não rolante.
Na coluna que marca o seu início há uma ranhura para introduzir moedas onde a rapariga lhe sugere com um olhar que coloque uma moeda.
Teve de lhe mimar que não tinha. Trocara de roupa e não tinha dinheiro consigo. A rapariga entendeu os seus gestos como se já estivesse à espera que não tivesse dinheiro e tirou ela uma moeda de dentro da malinha de mão, introduziu-a na ranhura e pôs a passadeira a funcionar.
A passadeira a certa altura transformou-se num curso de água suave que começaram a navegar num barco que estava no fim para o efeito.
Seguiram entre as margens até encontrarem uma queda de água. Nessa altura deixaram-se deslizar por ela e foram ter a uma sala que Piero já conhecia.
Era a sala em que pela primeira vez encontrara o seu outro eu. A rapariga incendiou-se e saiu como uma pequena coluna de fumo tragada pelo exaustor.
O eu sentava-se agora em frente a uma secretária por debaixo da máscara africana.
Falou-lhe numa voz suave e numa língua desconhecida mas que desta vez entendeu perfeitamente.
A suivre
