Wednesday, November 09, 2005
A Rosa, o Sol, o calor, o regato e os peixes,desencontros furtivos
A Rosa encarnada estende para o Sol as suas cinco pétalas como se fossem tentáculos em afagos suaves.
O calor do Sol fá-la molhar-se de suor.
Sorri e foge, oculta-se em Vénus, que a acolhe de braços abertos.
O Sol procura-a, ávido, nas sombras, mas é meio-dia e não a consegue encontrar porque não há sombras.
Encontra-a num regato, junto dos jacintos, mancha encarnada em fundo branco, senta-se a olhar para ela e faz os peixes do regato resplandecer em prata com a sua luz intensa.
Olham-se mutuamente, como se se estudassem, como se se admirassem, a força do Sol, a beleza da Rosa, entrelaçam as mãos e deslaçam-nas de novo.
O Sol corre para o céu e ilumina-o com um brilho novo, daqueles de paz celestial.
A Rosa mergulha o pé no Rio e empreende uma grande viagem.
O calor do Sol fá-la molhar-se de suor.
Sorri e foge, oculta-se em Vénus, que a acolhe de braços abertos.
O Sol procura-a, ávido, nas sombras, mas é meio-dia e não a consegue encontrar porque não há sombras.
Encontra-a num regato, junto dos jacintos, mancha encarnada em fundo branco, senta-se a olhar para ela e faz os peixes do regato resplandecer em prata com a sua luz intensa.
Olham-se mutuamente, como se se estudassem, como se se admirassem, a força do Sol, a beleza da Rosa, entrelaçam as mãos e deslaçam-nas de novo.
O Sol corre para o céu e ilumina-o com um brilho novo, daqueles de paz celestial.
A Rosa mergulha o pé no Rio e empreende uma grande viagem.

