Friday, November 18, 2005
O Buraco, Era Uma Vez
Desgostoso regressou à Terra, tanto trabalho para encontrar a paz e o resultado do seu trabalho fora um enorme campo de concentração.
Regressou à Terra, à sua Terra, ao seu tempo, à sua Rua, ao seu gato e ao seu armário e foi dar uma volta para espairecer.
Viu um buraco desses das obras na rua.
Aproximou-se, espreitou, e o que viu confirmou que o apelo que o buraco lhe transmitira não fora em vão.
Embora fosse noite escura, tanto quanto o permite a iluminação da cidade, no fundo do buraco via-se o céu. Não um céu qualquer, nocturno, estrelado, de Lua e tudo mas um céu diurno, azul, como se o buraco atravessasse a Terra e mostrasse o que se passava nos antípodes a essa hora.
Olhou à volta e como não visse ninguém resolveu descer.
Regressou à Terra, à sua Terra, ao seu tempo, à sua Rua, ao seu gato e ao seu armário e foi dar uma volta para espairecer.
Viu um buraco desses das obras na rua.
Aproximou-se, espreitou, e o que viu confirmou que o apelo que o buraco lhe transmitira não fora em vão.
Embora fosse noite escura, tanto quanto o permite a iluminação da cidade, no fundo do buraco via-se o céu. Não um céu qualquer, nocturno, estrelado, de Lua e tudo mas um céu diurno, azul, como se o buraco atravessasse a Terra e mostrasse o que se passava nos antípodes a essa hora.
Olhou à volta e como não visse ninguém resolveu descer.

