Thursday, November 10, 2005
O Buraco, episódio dos tipos mal encarados
A rapariga pediu-lhe através da máquina de traduzir que arranjasse mais daquela comida maravilhosa.
Prontificou-se a ir buscá-la de imediato e as guerreiras escoltaram-no de volta ao buraco.
Voltou à Terra no mesmo local.
Pelo menos parecia o mesmo local, a praça tinha a mesma forma, mas os prédios eram agora estruturas de vidro, betão e metal.
Não viu ninguém na rua apesar de ser dia alto.
Procurou uma mercearia mas não viu nada que se assemelhasse. Queria levar consigo uns quilos de bacalhau, mas parecia estar com azar.
Finalmente encontrou uma espécie de máquina Multibanco que vendia salmão fumado.
Como não tinha cartão nenhum e o dinheiro que a máquina indicava era totalmente estranho em relação ao que trazia consigo lembrou-se de partir o vidro da máquina e desatar a correr para o buraco antes que fosse preso.
Assim o fez.
Logo uma buzinaria incrível feriu-lhe os ouvidos, enquanto luzes intensas lhe corriam para os olhos e vindo aparentemente de lado nenhum um cão enorme dirigiu-se-lhe com um ar feroz.
A custo conseguiu mergulhar no buraco, de cabeça.
Caiu do outro lado do mundo.
Desta vez era um deserto.
Durante uns minutos parou para olhar em volta e recuperar a respiração.
Depois começou a andar na direcção do que presumia ser o Norte.
Ao passar por uma duna de areia à sua direita viu um grupo de pessoas que caminhava em fila.
Pensou tratar-se das suas amigas da outra vez, as das sardinhas, e fez-lhes sinal.
Um bando de tipos horrendos, com ar de cro-magnon acercou-se dele.
Traziam lanças de lâmina de pedra e um lançador de herbicida igual ao que vira nas mãos das outras.
Começaram por o cheirar.
Depois cheiraram o salmão fumado.
Começaram a abrir as caixas e a comer fatias do peixe, mas nessa altura um deles, o mais corpulento, correu-os todos à paulada, pegou nos pacotes de salmão, guardou-os num saco e deu ordem de marcha.
Como não tinha mais para onde ir foi com eles.
Prontificou-se a ir buscá-la de imediato e as guerreiras escoltaram-no de volta ao buraco.
Voltou à Terra no mesmo local.
Pelo menos parecia o mesmo local, a praça tinha a mesma forma, mas os prédios eram agora estruturas de vidro, betão e metal.
Não viu ninguém na rua apesar de ser dia alto.
Procurou uma mercearia mas não viu nada que se assemelhasse. Queria levar consigo uns quilos de bacalhau, mas parecia estar com azar.
Finalmente encontrou uma espécie de máquina Multibanco que vendia salmão fumado.
Como não tinha cartão nenhum e o dinheiro que a máquina indicava era totalmente estranho em relação ao que trazia consigo lembrou-se de partir o vidro da máquina e desatar a correr para o buraco antes que fosse preso.
Assim o fez.
Logo uma buzinaria incrível feriu-lhe os ouvidos, enquanto luzes intensas lhe corriam para os olhos e vindo aparentemente de lado nenhum um cão enorme dirigiu-se-lhe com um ar feroz.
A custo conseguiu mergulhar no buraco, de cabeça.
Caiu do outro lado do mundo.
Desta vez era um deserto.
Durante uns minutos parou para olhar em volta e recuperar a respiração.
Depois começou a andar na direcção do que presumia ser o Norte.
Ao passar por uma duna de areia à sua direita viu um grupo de pessoas que caminhava em fila.
Pensou tratar-se das suas amigas da outra vez, as das sardinhas, e fez-lhes sinal.
Um bando de tipos horrendos, com ar de cro-magnon acercou-se dele.
Traziam lanças de lâmina de pedra e um lançador de herbicida igual ao que vira nas mãos das outras.
Começaram por o cheirar.
Depois cheiraram o salmão fumado.
Começaram a abrir as caixas e a comer fatias do peixe, mas nessa altura um deles, o mais corpulento, correu-os todos à paulada, pegou nos pacotes de salmão, guardou-os num saco e deu ordem de marcha.
Como não tinha mais para onde ir foi com eles.
Comments:
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... Ou de como um buraco se consegue escrever uma história épica de tempos apocalípticos (de revelações...).
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