Sunday, October 02, 2005
O Sonho e o Anjo parte VI
Entro numa casa em ruínas. Atrás de mim um prado imenso sobre o qual pendem ameaçadoramente nuvens de tempestade. Tudo é cinzento.
A casa está insistentemente limpa.
Vejo uma caixa que ainda agora não estava lá.
Não quero que a caixa se abra, lá dentro mora o medo.
Mas abre-se. E saem de lá coisas repugnantes que se dirigem a mim, patas de aranha peludas, porcarias vindas de outro mundo que começam a trepar por mim acima.
Uns olhos particularmente maus fixam-se nos meus e prometem-me coisas horríveis.
Novamente o restolhar, só vi umas asas negras, uma corrente de ar, uma força que me prende pelo peito e que me acorda, suado, aturdido.
A casa está insistentemente limpa.
Vejo uma caixa que ainda agora não estava lá.
Não quero que a caixa se abra, lá dentro mora o medo.
Mas abre-se. E saem de lá coisas repugnantes que se dirigem a mim, patas de aranha peludas, porcarias vindas de outro mundo que começam a trepar por mim acima.
Uns olhos particularmente maus fixam-se nos meus e prometem-me coisas horríveis.
Novamente o restolhar, só vi umas asas negras, uma corrente de ar, uma força que me prende pelo peito e que me acorda, suado, aturdido.